O Fio da Memória: Como a Casa da Lã Mantém Viva uma Arte Ancestral
- Eduarda Vieira

- 20 de mai.
- 1 min de leitura
Há ofícios que guardam o pulsar da nossa identidade, e o trabalho artesanal da lã é, sem dúvida, um dos mais fascinantes. Longe de ser apenas uma memória guardada nos livros de história, esta arte ancestral continua bem viva e recomenda-se. O grande pulsar desta resistência cultural fica em Cabeceiras de Basto, mais precisamente na Casa da Lã, na aldeia de Bucos.
Mais do que um espaço museológico, a Casa da Lã é um eco-museu vivo. É ali que o tempo parece abrandar para dar lugar ao ritmo compassado das tradições. Quem a visita não vai apenas ver peças expostas; vai testemunhar o ciclo completo da lã tal como ele sempre aconteceu:





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